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O QUE A ÁGUA NOS DÁ

 

Raciocine comigo: 100% dos alimentos que ingerimos provêm da Água, seja ele do reino animal, vegetal ou mineral. Isso serve como a introdução a este texto. A responsabilidade pelo Meio Ambiente é toda nossa. A mãe Natureza no-lo doou em perfeita harmonia com o resto do Planeta. Nós estamos poluindo um verdadeiro Jardim do Éden legado a nós pelo Criador. Pense na sua responsabilidade como cidadão e como um dos elementos do Meio Ambiente. Sim. Porque você e eu, do ponto de vista da Natureza somos apenas mais um indivíduo do meio ambiente, assim como o é uma planta, um peixe, um pássaro, um quadrúpede, um inseto, enfim. Não importa o seu grau de estudo ou o tamanho de sua conta bancária. Quer você queira ou não, para o Meio Ambiente somos indiferentes. Vivos ou mortos o serviremos da mesma forma. A diferença é que vivos nós podemos deixá-lo melhor do que o encontramos quando viemos ao mundo. Mas na verdade o verbo não é “podemos” e sim “devemos” deixá-lo melhor do que encontramos. Mas não é o que estamos demonstrando. Nós o agredimos a todo instante. Nós o dilaceramos durante todo o curso de nossas vidas. O Criador nos fez à sua semelhança para que nós conservássemos e melhorássemos a obra que Ele iniciou e colocou acabada em nossas mãos. Pense nisso quando sair de casa hoje. Basta você e eu cuidarmos do meio ambiente, por um único dia: No dia de hoje. Sim porque nós só conseguimos poluir o mundo no dia de hoje. E só ao SAIRMOS DE CASA, “HOJE". (LLopesS)

Novo conceito de Vasos Sanitários construídos em Plástico ABS

 

O Green Building em seu Guia para uma Obra mais Verde recomenda o uso de vasos Sanitários de plástico, (vide Artigo 6) devido à sua alta resistência e sua reciclabilidade, o que atende prontamente à sustentabilidade. Recentemente no Brasil a ACQUAMATIC DO BRASIL saiu na frente e lançou o vaso sanitário que atende a essa recomendação. Veja sua performance clicando na foto do vaso à direita desta página.História da Bacia SanitáriaCriada na Inglaterra no fim do século XIX sob o nome de water closet, a bacia sanitária, assim como as instalações prediais de água e de esgoto, constituiram um notável avanço tecnológico que possibilitou ao homem deslocar-se do campo para concentrar-se nos centros urbanos.Assim como é concebida nos tempos atuais, a bacia sanitária é um recipiente de formato anatômico dotado de um poço de água destinado a receber os resíduos da fisiologia humana e de um dispositivo interno capaz de removê-los mediante um fluxo de água.A energia hidrodinâmica utilizada no processo é provida por um dispositivo de descarga que supre a bacia sanitária com água em volume e velocidade adequados não apenas para a remoção dos resíduos depositados na bacia, mas também para conduzí-los pela tubulação de esgoto, no sentido horizontal, até o tubo de queda das instalações prediais.Tipos de Bacia SanitáriaAs bacias sanitárias podem ser configuradas para funcionar por sifonagem ou pelo principio do arraste.Por SifonagemBacias sanitárias convencionais que funcionam pelo principio da sifonagem, descarregam o esgoto para baixo. Bacias que funcionam pelo principio de sifonagem só podem descarregar o fluxo para baixo.Por ArrasteBacias sanitárias de saída horizontal, funcionam por arraste.É o tipo de bacia utilizada em banheiros racionais, nos quais a tubulação de esgoto é instalada no interior de paredes "dry wall" acima do nível do piso. O sistema de funcionamento por arraste pode direcionar o fluxo tanto no sentido horizontal como para baixo. Bacias de saída horizontal podem ser apoiadas no chão ou suspensas, isto é, fixadas na parede do banheiro. Água, um Recurso Natural LimitadoAs antigas bacias sanitárias necessitam de grandes volumes de água de descarga, sendo responsáveis pelo alto consumo d'água nos domicílios.Em 1997, a exemplo do que foi feito nos países do primeiro mundo, com a finalidade de reduzir o consumo d'água nas instalações sanitárias, o Ministério do Interior, através do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade no Habitat - PBQP-H, estabeleceu em norma, novos limites máximos de utilização de água para a limpeza de bacias sanitárias, a serem adotados, gradativamente, até o ano de 2002.Segundo essa determinação governamental, até o ano de 1999, as bacias sanitárias utilizadas no Brasil poderiam consumir até 12 litros de água de descarga por ciclo.A partir do ano de 2000, o limite máximo de utilização d'água por bacias sanitárias passou a ser de 9 litros por descarga.A partir de 2002, esse limite passará para 6 litros, nível já adotado pelos países da Comunidade Européia e da América do Norte. Antecipando os prazos da norma, todas as fábricas de louça sanitária tomaram a iniciativa de antecipar o lançamento de bacias de descarga reduzida projetadas para funcionar com apenas 6 litros de água. Para que se possa estabelecer e controlar o volume do consumo de água das bacias sanitárias é necessário que a descarga seja provida de uma caixa de descarga, que por sua própria natureza só pode liberar volumes de água de acordo com o volume do seu reservatório. Considerando-se que é impossível, na prática, controlar o volume de descarga liberado por válvulas fluxíveis, a utilização desse tipo de aparelho de descarga está fadado ao desaparecimento.

ORAÇÃO À ÁGUA

 

Água nossa que estais nos mares,

Água nossa que estais nas cordilheiras,

Água nossa que estais nas geleiras,

Água nossa que estais nos lagos,

Água nossa que estais nos rios,

Água nossa que estais nos lençóis freáticos,

Água nossa que estais em nossos verdes,

Água nossa que estais em nossos corpos,

Água nossa que estais em nossos alimentos,

Água nossa que estais no ar que respiramos...

Água nossa que estais nos céus, Santificado seja o vosso nome, viemos nós de vosso reino, seja feita à vossa vontade assim na terra saciando a nossa sede, regando nosso chão, como nos céus, em nuvens de algodão. O pão nosso de cada dia nos daí hoje pelo milagre da germinação; Perdoai as nossas ofensas quando vos maldizemos pelos estragos causados por vós ao inundar nossas cidades, ou destruir nossas estradas; nossas pontes; alagar as nossas ruas; transbordar nossos rios e não nos deixeis cair na tentação de poluir-vos para depois disputar-vos de armas em punho, mas livrai-nos desse mal, AMÉM! (Versão LLopesS)

INSTITUTO ARYRAN COORDENA PROJETOS SÓCIO-AMBIENTAIS.

 

A escassez da água será o grande problema do planeta Membros e diretores do Instituto Aryran desenvolvem projetos de cunho sócio-ambiental há mais de 20 anos. Com este objetivo, fundaram o Instituto em 2001 para somar esforços e conhecimentos visando contribuir para a elaboração de estudos nas áreas de educação, cultura, tecnologia, meio-ambiente e desenvolvimento humano. O termo Aryran, no idioma tupi guarani, significa futuro, não apenas no tempo que virá, mas sim em algo que acontecerá. Com este objetivo, uma das missões do grupo é formar lideranças comunitárias com sólidos princípios de desenvolvimento humano, socialmente justos e que participem da recuperação sócio-econômica e ambiental das cidades.Entre os parceiros do Instituto Aryran, destaque para a Prefeitura Municipal de São Paulo, a Rede Record de Televisão, as Faculdades Cantareira e a Escola Politécnica da USP. Filósofo de formação, Francisco Eduardo Pereira Filho, associado do PNBE é um dos diretores fundadores do Aryran. No ano de 2001, ele coordenava o curso de agronomia das Faculdades Cantareira, um dos mais conceituados do País, quando foi realizada a Conferência Internacional da Água. O evento foi realizado em Mairiporã, local onde há a fazenda experimental da Faculdade. O evento foi um sucesso e conseguiu reunir 2500 pessoas, entre agrônomos, engenheiros e síndicos de prédios ávidos por informações sobre como economizar água. “A escassez da água será muito problemática no futuro. Hoje 92% da água doce está no Brasil. Precisamos conscientizar a população através de uma nova matéria no currículo escolar”, diz Francisco. Leva a chancela do Aryran o Projeto C.U.R.A. – Consumo e Uso Racional da Água, largamente utilizado pelos edifícios de São Paulo. Hoje o Instituto Aryran é uma ONG independente, formada por pesquisadores e ambientalistas de várias universidades. Coordena projetos sociais em diversas cidades brasileiras, com a iniciativa privada e também através de parcerias com os municípios. “Já começa a haver uma conscientização para o problema ambiental. As empresas que não se adequarem terão problemas em breve” conta.

É PROIBIDO... 

 

...lavar calçada com esguicho d'água? Se todos tivessem bom senso, essa pergunta nem precisaria ser feita. Em alguns lugares, porém, foi preciso uma lei para punir os "aquaperdulários" Em algumas cidades, sim. A prática é punida com multa, por exemplo, em Indaiatuba, Embu-Guaçu e Bauru, em São Paulo. No Rio Grande do Sul e no Mato Grosso, deputados debatem um projeto de lei que proíbe o uso de água canalizada para lavagem não apenas da calçada, mas também de veículos. Mesmo que em sua cidade não haja esse tipo de legislação, não é recomendável lavar a calçada com água corrente. O mau hábito é apontado como um dos campeões de desperdício, juntamente com os banhos demorados. O Instituto Akatu pelo Consumo Consciente calcula que, a cada lavagem, 310 litros de água são desperdiçados. Isso significa que, se 1 milhão de moradores deixassem de lavar suas calçadas por apenas um dia, a economia seria suficiente para suprir as necessidades diárias de água da população da cidade de São Paulo. "Para manter a calçada limpa, é suficiente varrê-la com vassoura. Utilizar água é um crime ecológico", destaca o ambientalista *Leonardo Lopes de Sousa, do Projeto C.U.R.A.- Consumo e Uso Racional de Água. A lavagem com água só deveria ser feita para eliminação de algum material contagioso ou de produtos que trouxessem risco à saúde das pessoas. "Nesses casos, deve-se aproveitar a água da chuva ou da lavagem das roupas", diz o ambientalista.

(*destaque nosso) fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/conteudo_266724.shtml

Transcrito da página 20 do documento publicado pelo Green Building: Guia prático para Construções Sustentáveis -
Guia para uma Obra mais Verde - segue link: http://pt.scribd.com/doc/41747812/Guia-Para-Construcao-Sustentavel-GBCB

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